O que vais fazer amanhã? # 31 de Janeiro
19h30: Música ambiente para dançar
20h30: Aula de Ritmos latinos com Pedro Nascimento
21H00: DJ Peter “Salsaholic” com Salsa, Kizomba e Bachata
21h30: Animações diversas com Bibi e Pedro e DJ Peter
22h15: Exibições de várias turmas da EDSAE e Animação especial com Angel Rojas “El Huracan Cubano” e “sus muchachos”
22h45: DJ Peter com Salsa, Kizomba e bachata
A Massa Crítica (MC) é um passeio no meio da cidade feito em transportes não poluentes de tracção humana. Em Lisboa, realiza-se sempre na última 6ª feira de cada mês, a partir das 18h os participantes começam a concentrar-se no Marquês de Pombal.
As Massas Críticas são passeios auto-organizados e independentes. O trajecto, o ponto de chegada e as actividades ao longo do percurso são decididas no início de cada MC. Para lá das motivações pessoais de cada participante, a MC é uma coincidência organizada de cidadãos unidos pelo interesse em celebrar formas de transporte não poluentes e mais sustentáveis a longo prazo do que o automóvel ou outros veículos dependentes de energias não renováveis.
Para quem vai à Massa Crítica pela 1ª vez recomenda-se a leitura deste pequeno Guia.
Insects live in sensory worlds that are, in many ways, wholly alien to us humans. They can see ultraviolet and polarised light, and some can sense the earth’s magnetic field and see in the infrared. Many insects have sense organs in strange places – for example some can taste with Champalitheir feet, hear with their legs or see with their genitalia. These observations are healthy reminders that the world we see is not the real or the physical world, but that instead what we perceive is a result of the particular filters that we have acquired in our evolutionary past. Different animals have different sense organs because different aspects of the environment are of relevance during their daily lives. The exploration of such strange sensory worlds as those as insects thus provides a testbed for exploring how evolution shapes perception.
Ciclo de Conferências e Debates: Pensar Portugal
“Economia Paralela”, de Nuno Vilarinho Gonçalves
Às 19h, no Restaurante, Piso 7, El Corte Inglés
A economia paralela é um fenómeno à escala global, com dimensão e complexidade distintas em cada período e país devido às suas particularidades económicas, sociais e institucionais. Apesar de o cidadão comum interagir no seu quotidiano com esta economia, quer pela sua experiência, quer através dos meios de comunicação social, esta é designada de ‘paralela’, ‘não observada’ ou ‘não registada’. Subjacente está o facto de ser desenvolvida à margem das autoridades competentes e, ao incorporar tipos de actividades distintas, a sua identificação torna-se difusa bem como o dano para a sociedade. Ao longo deste ensaio são levantadas questões como: O que é a economia paralela? Quais são as principais causas para a sua formação? Que consequências advêm da sua existência? De que forma é possível combater o fenómeno? Com particular enfoque no caso português, neste ensaio pretende-se assim reflectir sobre esta temática que é frequentemente negligenciada, por vezes mal interpretada e até inconveniente.




